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  • Empresas Centenárias. Historia e saber que passa de geração em geração.

     

    Viarco @ by-PT | Lifestyle Online Shop

    Fotografia by Maria João Gala / Global Imagens

    Empresas centenárias. São muitos e variados os exemplos em Portugal. Empresas que sobreviveram a duas guerras mundiais, ao 25 de abril e ao processo de descolonização - grande parte delas eram fortemente dependentes das ex-colónias -, a um sem fim de crises do petróleo e, claro, às mudanças geracionais. Com maior ou menor dor. O Dinheiro Vivo selecionou sete casos de setores completamente distintos: Real Companhia Velha, Ramirez, Topázio, Ach. Brito, Livraria Lello, Cifial e Viarco. Todas têm comum o imenso património histórico e uma cultura de respeito pelos funcionários que ajudaram a fazer crescer uma marca que hoje leva o nome de Portugal aos quatro cantos do mundo.

    "As empresas são feitas de homens e mulheres, de um espírito de equipa e de um ambiente social que, na Ramirez, é único", diz Manuel Ramirez, a quarta geração à frente da mais antiga empresa de conservas do mundo em laboração. Como única é a creche que a Ramirez ainda hoje mantém, consciente da importância do apoio familiar numa empresa onde a esmagadora maioria da força de trabalho são mulheres.

    José Vieira é bem mais jovem, embora seja, também, a quarta geração na Viarco, e partilha dessa preocupação. E que se traduz no facto de, embora com graves dificuldades financeiras, jamais ter despedido um trabalhador. "As empresas não são meros instrumentos de acumulação de riqueza. São instrumentos de desenvolvimento social", defende. E, por isso, quando em 2011 ficou proprietário a 100% da Viarco, assumindo a posição dos tios e primos, mas a braços com uma empresa em graves dificuldades financeiras e sem dinheiro sequer, para comprar matérias-primas, valeu-lhe as excelentes relações que tinha estabelecido. "Se não tivessemos tido uns fornecedores brutais, que nos adiantavam as matérias-primas, e uns clientes fantásticos que nos adiantavam o pagamento, jamais teríamos tido a capacidade de dar a volta. Não havia crédito, se dependessemos da banca, tínhamos morrido na hora", sublinha.

    A fábrica centenária, no centro de São João da Madeira, é algo que muitos não teriam hesitado em transformar numa mais-valia imobiliária. José Vieira defende que um "património único" não pode ser desbaratado. "A vantagem de trabalharmos numa empresa com 100 anos é que isso nos dá a noção plena que estamos aqui de passagem", frisa.

    Aquiles Brito, bisneto do fundador da Ach. Brito, tem consciência disso. "O maior orgulho que posso ter é um dia saber que a marca está bem implementada por esse mundo fora. Será o meu legado. E se daqui por 20 anos a empresa estiver cá, e tiver feito o seu percurso, mesmo que eu não faça parte dela, terei cumprido com a minha obrigação que é dar-lhe as condições para que ela cresça e continue o seu percurso". Isto porque o capital da Ach. Brito já não é detida 100% pela família. A entrada da sociedade de capital de risco Menlo Capital, com uma posição que se supõe maioritária (a empresa não dá pormenores do negócio), levou a que a presidência executiva seja agora ocupada por Ricardo Cunha Vaz. Mas crédito foi coisa que nunca faltou à Ach. Brito. "A banca sempre esteve comigo, mesmo nas alturas mais difíceis", garante Aquiles Brito.

    Também a Cifial já não é propriedade exclusiva da família Marques. A dura crise a que foi sujeita a partir de 2008 obrigou à entrada da ECS Capital, que tem 90%. Mas a liderança continua a ser de Luísa Marques Rola, a terceira geração na empresa. Sente-a menos familiar, menos sua, pela presença da ECS quisemos saber? "Quando se está num projeto a 100%, essas questões não se colocam. Estamos muito focados no trabalho e nos resultados", diz.

    Desistir é coisa que já passou pela ideia de todos ou quase todos. Que o diga Luísa Marques: "Claro que a tentação aparece, ocasionalmente. Mas quando se esfria a cabeça, rapidamente passa. Não se deixa cair um património social e industrial como este. Seria completamente irresponsável. E, por isso, mesmo com todos os danos pessoais e familiares, sabemos que não podia ter sido de outra forma", sublinha Luísa Marques Rola. E se é verdade que Luísa teve que dar a cara pela Cifial no seu período mais difícil, não lhe faltou o apoio do seu pai, Ludgero Marques: "Pude sempre contar com o conforto, a segurança e o conhecimento dele para qualquer decisão que tivesse que tomar".

    Tentação de fechar Manuel Ramirez nunca teve, mas teve de resistir às sugestões de dois governantes que, na década de 80, lhe sugeriam que deslocalizasse as fábricas para o Extremo Oriente. Ofertas de compras "graças a Deus" teve muitas. Porque não vendeu? "E depois ia fazer o quê? Esta é a nossa vida! Além do mais, não ia desperdiçar toda a preparação que dei aos meus filhos e que eles estão a dar aos deles", sublinha.

    "Temos resistido a tudo o que são tentações de ir fazer no estrangeiro. Temos sido desafiados para isso, mas não queremos", diz Rosário Pinto Correia, a gestora que a família Ferreira Marques foi buscar para gerir a empresa.

    A estrutura acionista da Lello também tem sofrido uma série de alterações ao longo destes 134 anos. A mais recente marca a entrada de Pedro Pinto, empresário portuense e administrador executivo do Centro Empresarial da Lionesa no capiral da Livraria Lello, SA. Um dos exemplos da transformação da cidade do Porto na última década. "A Lello já surgia nos guias turísticos da década de 60. E lembro-me que tínhamos turistas há 25 e 30 anos a visitarem-nos. Mas foi a globalização e o crescimento do turismo no Porto que nos colocaram onde estamos".

    Já a Real Companhia Velha tem a sua estrutura acionista estável desde a década de 90, quando da Casa do Douro comprou 40% da empresa (hoje são só 30,5%). O seu grande desafio, diz Pedro Silva Reis, "é sobreviver à mutação dos tempos". A crise mais recente "beliscou" a empresa, reconhece o gestor, mas foi superada. Embora as incertezas sejam constantes. "Vivemos um excelente momento enológico e temos a casa arrumada, equilibrada. Vendemos para mais de 40 países, mas há sete que sustentam a empresa, entre eles Angola e o Brasil. E quem podia prever que a crise em que ambos se encontram?", diz.

    In Dinheiro Vivo, 24/10/2015

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  • Do you know Miguel Flores Soeiro?

    Miguel Soeiro Cutlery Mälmo

     

    Trained as a Product Designer at ESAD.cr and at Kuopion Muotoilu Akatemia, Finland. Miguel launched his own design activity in 2008. Since then, he has been collaborating with several renowned companies, such as Viarco, Branca-Lisboa, Fabrica|Benetton,

    Vista-Alegre Atlantis, WAACS Design, among others . He was invited to exhibited his products in several design events around the world such as Interior Lifestyle China 2011, Shanghai; Light+Building 2012, Frankfurt; Salone del Mobile 2013, Milan, Stockholm Furniture & Light Fair 2014, Stockholm and PaperWorld 2013, Frankfurt where one of his designs was awarded “Product Trend in 2013-14”. Miguel won international distinction with the iF Design Award 2015 . He teaches and coordinates Product and Interior Design subjects at Lisbon School Of Design and Technical School of Image & Communication.

    The Miguel Flores Soeiro ́s design studio was founded in 2011 and focuses on product and interior design.
    Since its launch, and due to Miguel Soeiro's talent and tenacity, the studio has acquired a strong and visible position in the international design scene.

    What differentiates Miguel is his ability to combine culture, human necessity and production techniques to create unique pieces filled with character.
    By focusing on simplicity, Miguel challenges conventional design. Traditional materials are the starting point of each creative process however, Miguel gives an informal, contemporary yet timeless edge to the final product.

    His approach of outstanding flexibility, versatility and his capacity to adapt to the final consumer's needs permits endless solutions on different scales, ranging from small individual pieces to large interior spaces.
    Miguel’s value and recognition are attested not only by his numerous collaborations with small artisans and well-know industries, but also through the acclamation of his work in worldwide design publications. Endless invitations to participate in some of the most prestigious design fairs of the world are a confirmation of his unique craft.

    Above all, the growing demands of the final public are the greatest testimonial of Miguel Soeiro’s talent.  

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    "Formado em Design Industrial pela ESAD.CR e pela Kuopion Muotoilu Akatemia, Finlândia. Miguel iniciou em 2008 a sua actividade como designer, colaborando, desde então, com várias empresas de renome, tais como Viarco, Branca-Lisboa, Fabrica|Benetton, Vista Alegre Atlantis, Herdmar e WAACS Design. Foi convidado a expôr os seus produtos em diversos eventos de Design por todo o mundo, tais como Interior Lifestyle China 2011, Xangai; Light+Building 2012, Frankfurt; Salone del Mobile 2013, Milão; Stockholm Furniture & Light Fair 2014, Estocolmo; PaperWorld 2013, Frankfurt onde uma das suas peças foi premiada como “Produto Tendência 2013-14”. Recebeu distinção internacional com o prémio iF Design Award 2015.

    Ensina e coordena o curso de Design de Produto e Interiores na Lisbon School of Design e ETIC.

    O atelier de design Miguel Flores Soeiro foi criado em 2011 e engloba tanto design de produto como de interiores.
    Pela mão de Miguel Soeiro, o seu fundador, o atelier tem vindo a destacar-se cada vez mais desde então.

    O que o diferencia é a sua capacidade de combinar a cultura, as necessidades humanas e a produção na criação de objectos únicos e com carácter. Com os seus desenhos, de grande pureza e simplicidade, Miguel procura desafiar o design convencional.

    Partindo várias vezes de materiais ditos tradicionais acaba por lhes dar usos e traços informais e contemporâneos, mas ainda assim intemporais.

    As suas abordagens, de notável flexibilidade e adaptabilidade

    às necessidades dos consumidores, permitem vários resultados a diferentes escalas, desde produtos de pequeno porte a grandes espaços de interiores. Do valor do que produz e do seu reconhecimento atestam não só as estreitas colaborações com pequenos artesão e grandes industrias de renome, assim como as inúmeras publicações em revistas e plataformas de destaque, dentro e fora de portas, como ainda os vários convites e participações nas exposições de maior relevância a nível mundial.

    Acima de tudo, atesta este talento um público cada vez mais exigente e sedento de novas criações."

    EndTalents

     

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